As máquinas
As Heidelberg são o motivo de conseguirmos imprimir rápido e de a cor sair igual em toda a tiragem. São também o motivo de cuidarmos tanto do papel: papel ruim suja a máquina e limpá-la custa mais do que a diferença de preço.
Uma gráfica de Sucre que decidiu não baixar a qualidade.
A IMAG começou como começam quase todas as gráficas da Bolívia, com máquinas recondicionadas e muito trabalho. A diferença veio depois, quando em vez de crescer comprando mais máquinas usadas, decidimos trazer máquinas novas.
Hoje trabalhamos com Heidelberg compradas de fábrica, com nota fiscal, montadas conforme o que precisávamos. Em Sucre somos os únicos. Custou ouvir aquilo de como você vai trazer uma máquina dessas para cá, e a resposta foi sempre a mesma: por que não.
Nunca fizemos publicidade. Tudo o que entrou veio pelo boca a boca, por gente que viu um trabalho nosso e perguntou quem tinha feito. Este site é a primeira coisa que fazemos para que nos encontrem sem que alguém precise contar.

As Heidelberg são o motivo de conseguirmos imprimir rápido e de a cor sair igual em toda a tiragem. São também o motivo de cuidarmos tanto do papel: papel ruim suja a máquina e limpá-la custa mais do que a diferença de preço.
Continuamos usando papel europeu quando quase todo o mercado passou para o papel chinês, que chega a custar dez vezes menos. O papel barato aparece na cor, na gramatura e em como o trabalho envelhece. Quem procura o preço mais baixo não vai encontrar na gente.





Atrás de cada trabalho há designers, pessoal de pré-impressão, impressores e acabamento. Uma equipe de pessoas, não só máquinas.
Sucre, Chuquisaca, Bolivia.

